sexta-feira, 14 de abril de 2017
sexta-feira, 10 de março de 2017
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Eclipse!!!
Eclipse Solar Carnavalesco
Prof. Dulcidio Braz Júnior
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No próximo dia 26 de fevereiro, em plena manhã de domingo de Carnaval, teremos eclipse solar. E o melhor de tudo: ele poderá ser observado daqui do Brasil (exceto da região norte do país)!
Eclipse solares, você sabe, ocorrem quando a Lua obstrui total ou parcialmente a luz solar. Em outras palavras, a Lua (Nova) passa diante do disco solar do ponto de vista de um observador terrestre.
O Sol, fonte de luz extensa (não pontual), ao iluminar a Lua, cria duas regiões cônicas importantes: uma de sombra (S) também chamada de umbra, totalmente sem luz, e outra de penumbra (P) parcialmente iluminada. A figura abaixo, propositalmente fora de escala, ilustra a ideia.
A animação abaixo, agora com escala bem mais próxima da real, dica que recebi por e-mail do prof. João Batista Canalle (coordenador nacional da OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica), mostra os cones bem alongados de sombra (ou umbra) e penumbra da Lua projetados sobre a Terra durante um eclipse solar.
Um observador que, com sorte, estiver num ponto da Terra por onde passará a a sombra (S) da Lua, verá o melhor do espetáculo, com o disco lunar passando diante do disco solar, num ''encaixe perfeito'' que pode até mesmo tapar o Sol. Com um pouco menos de sorte, observadores sob a penumbra lunar (P) projetada na Terra verão o disco opaco da Lua passar parcialmente sobre o disco luminoso do Sol, sem no entanto obstruí-lo por completo.
Curiosamente, por uma caprichosa coincidência cósmica, os tamanhos aparentes da Lua e do Sol, vistos daqui da Terra, ficam próximos de meio grau (confira os cálculos neste post, ainda na plataforma antiga do blog). Assim, é possível em algumas situações a Lua tapar por completo o Sol. Quando isso acontece, dizemos que o eclipse solar é total. Nesses casos, o dia vira noite por alguns minutos e o efeito é realmente contundente, como pode ser visto na foto abaixo.
Eu disse que os tamanhos aparentes do Sol e da Lua ficam próximos de meio grau porque, na realidade, podem variar ligeiramente para mais ou para menos. Isso se deve ao fato de queas órbitas da Terra ao redor do Sol e da Lua ao redor da Terra não serem circunferências perfeitas, mas elipses. Eventualmente, por conta da variação da distância Sol-Terra e/ou da distância Terra-Lua, pode ocorrer do disco lunar opaco estar ligeiramente menor do que o disco brilhante solar. Nesse caso, no ápice do eclipse, a Lua não chegará a tapar por completo o disco solar. Ficará ''sobrando'' uma curiosa bordinha luminosa. Esse tipo peculiar de eclipse é classificado como anular (ou anelar) por conta da formação do ''anel'' brilhante. Um pouco diferente do eclipse total, ainda assim um eclipse anular é algo surpreendente.
Aqui no Brasil, no entanto, em latitude mais baixa, veremos apenas um eclipse parcial que, mesmo assim, tem tudo para ser um belo espetáculo. É que todos os pontos do território nacional onde haverá o fenômeno astronômico estarão na região de penumbra (P) e não de sombra (S) da Lua. Assim, o centro do disco escuro lunar e o centro do disco claro solar não ficarão perfeitamente alinhados. Veremos algo mais ou menos parecido com a imagem abaixo que registra a Lua cobrindo parcialmente o disco solar.
O eclipse ao longo do território nacional
A imagem abaixo ilustra de forma bastante didática onde o eclipse poderá ser visto ao longo do território brasileiro e que porcentagem do Sol será coberta pela Lua.

O eclipse no território brasileiro. [Fonte: texto publicado pela Comissão de Ensino e Divulgação da
SAB – Sociedade Astronômica Brasileira]
SAB – Sociedade Astronômica Brasileira]
O fenômeno, aqui no Brasil, dependendo da localidade, vai começar um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde. Mas tenha 10 h (horário de Brasília) como referência média para começar as observações.
Observação segura do fenômeno (ou cuide bem dos seus olhos!)
Jamais olhe para o Sol diretamente. Com binóculos, lunetas ou telescópio, sem um filtro solar astronômico profissional, muito menos! Tais instrumentos concentram a radiação solar oferecendo altíssimo risco de danos severos e permanentes às células da retina, com cegueira na certa!
Na falta de um filtro astronômico profissional, como o que usei para fazer a imagem do Sol que ilustra este post e que é feito de um polímetro capaz de absorver 99% da radiação solar, sugiro, como forma segura para observar um eclipse solar, usar um vidro (verde) de máscara de soldador número 14. Ele também filtrará bastante a intensa luz solar, protegendo os seus delicados olhos. Mas atenção: não use binóculos, lunetas ou telescópios junto com o vidro 14 acoplado. Por um descuido, se houver desalinhamento, o Sol intenso pode machucar seus olhos! Olhe o Sol usando apenas o vidro de soldador. Ok?
Você encontra este produto em lojas de material para construção ou lojas que vendem ferragens. Funciona bem, é seguro e barato. Ele filtra tanto a luz que, numa primeira olhada, parece preto. Mas é verde. Através dele você verá o Sol esverdeado.
Vidros escurecidos com fumaça de vela, chapas de raio X, filme fotográfico velado, …, e outras ''receitas'' caseiras não são tão seguros e devem ser evitados.
Existem outras boas e baratas técnicas de observação de eclipses solares. Escrevi sobre isso neste post, há alguns anos, ainda na plataforma antiga do blog. Confira-as. E veja o eclipse solar com toda a segurança!
Prepare-se para o eclipse com antecedência! Compartilhe a notícia e as dicas de observação nas redes sociais. Chame os amigos para observarem juntos com você o belo fenômeno!
BOM CÉU A TODOS NO DOMINGO! E BOAS OBSERVAÇÕES CARNAVALESCAS!
Antes que me esqueça, farei cobertura fotográfica em tempo real aqui no blog. Veja o fenômeno ao vivo e depois venha conferir as imagens aqui bem como compartilhar conosco as suas experiências observacionais. Combinado?
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
6ºA e 6ºB trabalho no laboratorio virtual
COPIAR O LINK, E DEPOIS PROCURAR NA BARRA LATERAL O TEMA:
"ÓRBITA DOS PLANETAS"
http://www.ideiasnacaixa.com/laboratoriovirtual/index.htm
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
TOMARA QUE NAO CHOVA!!!
Céu desta noite terá eclipse lunar e a passagem de um cometa
Do UOL, em São Paulo
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- 2002 F.Espenak/www.MrEclipse.com
Lua cheia normal, à esq., e durante um eclipse penumbral, com brilho reduzido, à dir.
Na noite desta sexta-feira (10) e madrugada de sábado, dois fenômenos astronômicos vão atrair olhares para o céu: a passagem do cometa 45P / Honda-Mrkos-Pajdusáková e um eclipse penumbral da Lua.
O eclipse lunar deve ocorrer por volta das 20h, quando parte da Lua ficará com menos brilho pela sombra da Terra. O fenômeno ocorre quando nosso planeta se posiciona entre o Sol e a Lua.
O eclipse será visível na maior parte do leste da América do Sul, leste do Canadá, na Europa, na África e na Ásia ocidental. No entanto, ele não deve encobrir a Lua, apenas escurece-la.
"O melhor horário para se observar será às 22hs44m, mas por ser penumbral, é muito difícil de ser notado, pois a alteração do brilho da Lua é muito sutil", explica a professora Sandra dos Anjos, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
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SUPERNOVA - Em 2016, astrônomos descobriram a supernova mais brilhante já detectada na história do universo. A descoberta foi feita em junho do ano passado pelo ASAS-SN (All Sky Automated Survey for SuperNovae), um sistema de oito pequenos telescópios colocados em dois locais, no Havaí (EUA) e no Chile, capaz de escanear o céu inteiro a cada dois ou três dias. Chamada de ASAS-SN-15lh, a supernova é milhares de vezes mais brilhante do que uma supernova normal e brilha 50 vezes mais do que a Via Láctea. Nas últimas décadas, os astrônomos têm visto surgir uma nova classe rara de explosões, são supernovas superluminosas - as vezes denominada de hipernovaImagem: Jin Ma/Beijing Planetarium/Science
Cometa
Além do eclipse, logo nas primeiras horas da madrugada de sábado o cometa 45P / Honda-Mrkos-Pajdusáková deve passar pela órbita da Terra. Mas calma, não se trata de um meteoro vindo em direção ao planeta.
De acordo com a Nasa (Agência Espacial Americana), ele deve passar a uma distância de quase 12 milhões de quilômetros. O objeto esverdeado será visível com o uso de binóculos e telescópios, no céu da manhã, na constelação de Hércules. Descoberto em 1948, este cometa aparece a cada cinco anos e tem estado visível desde dezembro, de acordo com os astrônomos. A próxima passagem do 45P ocorrerá em 2022.
Mas se você não tem instrumentos, não fique chateado.
No próximo dia 26 de fevereiro acontece um eclipse solar. O evento será parcialmente visível no Brasil e melhor apreciado para quem estiver ao sul do país. Já o eclipse que ocorre em 21 de agosto deve ter melhor visualização nas regiões norte e nordeste.
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Além de se utilizar do maior zoom ou de sua maior lente você precisará também de um tripé. Lentes longas ou zoom ativado normalmente exigem que a câmera ou o aparelho não sofram nenhum tipo de trepidação ou movimento, por mínimo que seja, Quando isso acontece, a imagem sai borrada e a Lua parecerá apenas uma mancha branca em sua fotoVEJA MAIS >
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Asteroide perto!!!!
Asteroide de grandes dimensões passa perto da Terra neste domingo
Do UOL, em São Paulo*
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- Nasa

O Observatório Nacional informou que um asteroide de grandes dimensões passa perto da Terra neste domingo (5), mas que não há risco de colisão. O objeto, identificado como 2013FK, tem 94 metros de diâmetro e passará a uma distância, segura, de 2,7 milhões de quilômetros do planeta. Para se ter uma ideia, a Lua está a 384 mil km de distância e a Estação Espacial Internacional, a 400 km.
De acordo com o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o monitoramento espacial é feito pelo Observatório Nacional por meio do projeto Impacton (Iniciativa de Mapeamento e Pesquisa de Asteroides nas Cercanias da Terra). No Brasil, ele é feito por um telescópio, com espelho de 1,5 metro, instalado no interior do Estado de Pernambuco.
No Observatório do Sertão de Itaparica, em Itacuruba (PE), são estudadas as propriedades físicas desses objetos.
O asteroide deste domingo não será o único a passar perto da Terra neste domingo. Pelo menos outros três também passarão perto de nosso planeta neste 5 de fevereiro. Dois deles mais perto do que o 2013FK, mas menores do que ele.
Mais asteroides durante o ano
Em 2017 são previstas mais de 65 aproximações com asteroides -- nenhuma oferece riscos à Terra.
No dia 12 de outubro, outro objeto, menor - com 19 metros de diâmetro - chegará ainda mais perto: 38.400 quilômetros da superfície do planeta. O valor equivale a um décimo da distância entre o nosso planeta e a Lua. Mesmo assim, não há risco de colisão.
Antes deste, em 23 de setembro, outro objeto, de 11 metros de diâmetro, se deslocará próximo à Terra, a uma distância de cerca de 153 mil quilômetros. Até o momento, são os dois únicos identificados que estarão numa distância inferior a entre a Terra e a Lua.
Com o equipamento, os pesquisadores conseguem estudar as propriedades físicas dos asteroides. "A depender do seu brilho, tamanho e distância, um objeto pode ser visto da Terra até mesmo com o uso de binóculos", diz nota do ministério. (Com Agências)
sábado, 4 de fevereiro de 2017
CIÊNCIAS E ESPAÑOL 6º A e B - USEFAZ
Assistir o video e anotar algumas características de cada planeta citado.
Entregar no dia 14 DE FEVEREIRO.
Clique aqui: -- > https://www.youtube.com/watch?v=WZZvTo21smA
Entregar no dia 14 DE FEVEREIRO.
Clique aqui: -- > https://www.youtube.com/watch?v=WZZvTo21smA
domingo, 29 de janeiro de 2017
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